28 de julho de 2026
Nos braços de Jesus
O trecho lido neste episódio
“Hoje, se não fosse meu pai e aquele pai espiritual dele, quem dirige a carta, pela guerra que o demônio move contra mim continuamente, eu estaria quase no paraíso. Encontro-me nas mãos do demônio que se esforça para me arrancar dos braços de Jesus.”

Reflexão em áudio · 9 min
Esta reflexão é da primeira temporada, anterior ao canal de vídeo. Ela existe em áudio.
A reflexão parte da carta do jovem Padre Pio, que confessa a violência da luta espiritual: "encontro-me nas mãos do demônio que se esforça para me arrancar dos braços de Jesus". Esse reconhecimento não é uma rendição, mas a afirmação de que a tentação é prova de que já se encontra no lugar seguro. O texto sublinha que só se pode arrancar alguém de onde ele já está; por isso, a própria presença nos braços de Jesus torna a pessoa alvo do inimigo. A tentação, então, muitas vezes sinaliza proximidade, não abandono.
Padre Pio não se volta contra Deus nem procura justificativas; identifica o inimigo e a batalha, e permanece. A imagem da criança que se aperta mais forte ao colo da mãe ilumina a atitude a ser tomada: não disputar com a tentação, mas agarrar-se mais firmemente a Jesus. O relato evita dramatizações e convida à serenidade confiante. A persistência na presença do Senhor é apresentada como vitória possível, sem ilusões sobre a violência do combate.
Há também instruções práticas que Padre Pio e a tradição oferecem: terço e rosário, confissão frequente, Eucaristia, sacramental da água benta, o sinal da cruz e a adoração. Quando a tentação surge, a recomendação é clara: não discutir, rezar. Essas práticas são colocadas como meios concretos de permanecer nos braços de Jesus, de tornar presente a proteção e de ordenar a vida para a permanência na graça.
A oração final reafirma o pedido de graça para não soltar as mãos de Jesus e da Virgem, invoca auxílio nas fraquezas e a intercessão de São Padre Pio e de São Miguel. A reflexão conclui com um chamado à coragem: reconhecer a guerra, reconhecer a fragilidade e procurar, com humildade e perseverança, permanecer no colo do Senhor, onde está a verdadeira segurança.
Para a sua oração
Quando a tentação vier, como você pode responder praticando mais oração, sacramentos e o apego aos braços de Jesus?
Meu Senhor, eu creio que nós estamos no seu braço. Quando a tentação vier, não me deixes te soltar. Virgem Maria, Mãe do Perpétuo Socorro, seja para nós amparo no dia de hoje. Que São Miguel Arcanjo te defenda no combate de hoje. Amém.
Folha devocional
Esta reflexão, a pergunta e a oração numa página só — para imprimir, guardar ou mandar a alguém.
Texto gerado por inteligência artificial a partir da reflexão em vídeo do Padre Wallace Teixeira, e revisado antes da publicação.
Transcrição completa
O que foi dito no vídeo, palavra por palavra.
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