Cartas de São Padre PioCartas de São Padre Pio
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05 de setembro de 2026

Confiança na bondade de Jesus

O trecho lido neste episódio

“Tenho uma tal confiança em Jesus que, mesmo se viesse o inferno aberto à minha frente, mesmo se me encontrasse à beira do abismo, não me inquietaria, não desesperaria. Teria confiança nele.”

A leitura das cartas e a história de Santa Teresa do Menino Jesus oferecem a São Padre Pio um caminho de intimidade com Jesus que se revela simples e profundo. Em 1913, ao receber História de uma Alma, Padre Pio encontra na pequena carmelita uma compreensão da oração como impulso do coração: um olhar simples lançado ao céu. Essa espiritualidade não é teoria distante, mas foi assimilada na vida concreta do santo, especialmente em meio a limitações e enfermidades que o impediam de ler por muito tempo. Assim, a mística pedagógica que emerge é de proximidade e confiança, não de demonstrações complicadas.

Diante das provações, Padre Pio não se deixa prender à impressão de severidade. Ele admite momentos em que o espírito sente a severidade de Deus a ponto de afligir, mas responde voltando-se para a bondade de Jesus, encontrando alívio e consolo. Em sua prática espiritual há uma escolha deliberada: não sucumbir ao medo apresentado pela situação, mas considerar a bondade divina. Essa opção alcança um ponto extremo na sua confiança: mesmo se o abismo ou o inferno surgissem, a atitude seria a mesma — permanecer confiante e não desesperar. É essa decisão, tomada no interior da alma, que caracteriza sua grandeza espiritual.

Da proximidade com Santa Teresinha surge outra lição: quando a vida interior se complica, talvez não sejam precisas muitas palavras, mas um olhar simples para Jesus. Padre Pio recebeu as chagas olhando para o Crucificado; quando a aflição surgia, ele escolhia voltar-se para Jesus. A meditação sugere, portanto, uma prática austera e acessível: não esperar pela total ausência de medo ou pela compreensão completa para confiar. Colocar as próprias perguntas nas mãos de Jesus agora, no estado em que se está, constitui o gesto de abandono que a experiência de São Padre Pio e Santa Teresinha testemunha. A confiança torna-se assim uma resposta cotidiana, repetida com simplicidade e radicalidade.

Para a sua oração

Você consegue confiar em Jesus agora, do jeito que as coisas estão, mesmo sem compreender tudo?

Senhor Jesus, quando os meus fundamentos me fizerem duvidar da vossa bondade, ensina-me a voltar os olhos para ela. Quando eu não compreender os vossos caminhos, não permita que a desconfiança tome conta do meu coração; dá-me a confiança que São Padre Pio nos ensina. Jesus, eu confio em Vós; eu confio na vossa bondade. Amém.

Folha devocional

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Texto gerado por inteligência artificial a partir da reflexão em vídeo do Padre Wallace Teixeira, e revisado antes da publicação.

Transcrição completa

O que foi dito no vídeo, palavra por palavra.

Santo dia meu irmão e irmã que alegria te encontrar aqui para mais um encontro no coração de São Padre Pio através das suas cartas. Nesta semana que nós estamos meditando as vias da espiritualidade mística de São Padre Pio e hoje eu quero deixar que Padre Pio fale um pouco mais ao nosso coração esse final de semana que é muito especial para o Pado que na segunda-feira vai estar celebrando mais um ano de vida né de ordenação nove anos de Padre então de peço desde já reze por mim e pela minha vocação e por este apostolado que tem crescido cada vez mais. Em 1913 São Padre Pio recebe do Padre Agostino a história de uma alma dos escritos mais famosos de Santa Teresa do Menino Jesus e o caminho daquela pequena carmelita que nós conhecemos né marcada pela confiança e pelo abandono encontra uma profunda comunhão com a vida de São Padre Pio que também experimentava essa relação com Jesus. São Padre Pio principalmente depois que ele vem de Petroutina onde de uma enfermidade que ele conseguia ler pouco e ainda ele fala que pouco que ele lhe ele se pegava naquela frase muito tempo de uma oração contemplativa nós também tinha sua enfermidade que não deixava ler por muito tempo. Então o passeu o diretor espiritual e dá ao São Padre Pio este livro de Santa Teresa onde ele vive essa intimidade com essa grande santa do carmel que nós também somos muito devodos. Padre Pio conhecia a aprovação né como nós temos rezado conhecia aqueles momentos em que a nossa percepção de Deus pode ficar um pouco confusa e ele escreve assim há momentos em que se apresenta o meu espírito a severidade de Deus e fica a ponto de me aflingir por causa dela. Põe-me então a considerar a sua bondade e fico totalmente consolado. Ou seja quando a sua alma começa a se aflingir ele não permanecia preso aquilo que o medo lhe apresentava. Ele considerava a bondade de Jesus e isso é muito importante porque também nós muitas vezes nós podemos passar por um momento em que uma dificuldade, um pecado do lado, uma fraqueza ou até mesmo uma aprovação começa a deformar a nossa maneira de enxergar a Deus. Não sei se estou fazendo entender e aí sem percebermos nós começamos a ter mais medo de Deus do que confiança em Deus e eu dizia tempos atrás que esta confiança em Deus é uma maturidade de Deus. Padre Pio nos ensina um gesto interior muito simples nesses momentos. Voltar os olhos para a bondade de Jesus e aí ele continua na sua carta. Tenham uma tal confiança em Jesus que mesmo se viesse o inferno aberto à minha frente, mesmo se me encontrasse a beira do abismo, não me inquietaria, não desesperaria, perdão. Teria confiança nele. Teria confiança nele. A grandeza de São Pio está aqui, mesmo quando a alma experimenta a aflição ele ainda pode escolher confiar. Falávamos há poucos dias do abandono, não é? Talvez hoje você precise ouvir exatamente isso. E eu até eu que estou fazendo meus nove anos de vida de Padres, vida sacerdotal. Aprender a confiar mais em Jesus. Não esperar desaparecer todo o medo para depois confiar em Jesus. Não esperar compreender tudo na minha vida, no meu ministério, para confiar em Jesus. Ou sentir-se completamente seguro naquilo que Deus quer para mim, para confiar em Jesus. Não, confie nele agora. Do jeito que as coisas estão. Confiar na sua presença agora. É aqui que nós encontramos essa proximidade de São Padre Pio com o Santa Teresinha, que o livro que nós estamos lendo, suas cartas e estudando também para que eu prepare esse momento para nós, ele vai acompanhando e recordando a maneira como que a pequena carmelita Santa Teresinha do menino Jesus compreendia a oração que o Padre Pio aprende com ela. Ela diz que a oração é como um impulso do coração, um olhar simples lançado ao céu. Padre Pio conheceu essa espiritualidade lendo a história de uma alma e a sua própria vida vai nos mostrando essas semelhanças. Quando tudo se complica dentro de nós, nós já falávamos isso outro dia, talvez não precisemos de muitas palavras. Às vezes precisamos simplesmente olhar para Jesus. E aí Padre Pio sabia para onde olhar. Ele recebe as chagas olhando para o crucificado. Quando parecia a severidade que o assustava, como está escrito na carta, ele considerava bondade. Quando aparecia o abismo diante das suas orações, ele escolhia confiança. Quando aparecia a aflição, ele voltava para Jesus. Talvez eu, hoje, você esteja procurando uma oração complicada para aquilo que nós estamos vivendo. Muitas palavras às vezes. Mas hoje são para o Padre Pio e Santa Teresinha do Menino Jesus nos ensinam muito simples olhe para Jesus e diga Jesus, eu confio na vossa bondade. Talvez o seu coração responda, mas eu ainda estou com medo. Estou olhando para Jesus, mas eu ainda estou com medo. Diga novamente Jesus, eu confio na vossa bondade. Mas eu não sei o que vai acontecer. Jesus, eu confio na vossa bondade. Mas eu não compreendo o que Deus está permitindo fazer na minha vida. Jesus, eu confio na vossa bondade. A confiança não significa ter todas as respostas. A confiança significa saber em quais mãos eu coloco as minhas perguntas. Eu gravai isso. A confiança não significa ter todas as respostas. Confiança significa saber em quais mãos eu estou colocando as minhas perguntas. E Padre Pio escolheu colocá-las nas mãos, nas mãos de Jesus. É aquela pessoa que nós vimos na quinta-feira, de Jesus carístico, né? Resemos. Senhor Jesus, quando os meus fundamentos me fizerem duvidar da vossa bondade, ensina-me a voltar os olhos para a vossa. Quando eu não compreender, Senhor, os vossos caminhos, não permita, Senhor, que a desconfiança tome conta do meu ser, do meu coração. Dime, Senhor, aquela confiança que São Padre Pio nos ensina, mesmo diante daquilo que me assusta, mesmo diante daquilo que eu não compreendo, mesmo diante daquilo que está inquetando o meu coração, Jesus, eu confio em vossa. Jesus, eu confio na vossa bondade. Ensina-me, Senhor, a falar da oração, a fazer da oração. Essa fala simples. Esse impulso do meu coração é simplesmente me abandonar na sua bondade. Em todas as circunstâncias, voltar-me, inteiramente para a vossa e me lançar nas suas braços e depositar toda a minha vida, toda a minha inquietação. Amém. Que São Padre Pio interceda por você, São Miguel Arcanjo te defenda no combate, São José possa te valer em meio às necessidades e que Nossa Senhora Rainha dos Anjos te cubra sempre com o Seu Manto. Não se esqueça, final de semana, participar da Santamissa, principalmente na Santamissa, se possível, busca como fissão e que o Senhor te abençoe emão do Pai, o Filho e do Espírito Santo. Amém. O Padre já voltou da recuperação cirúrgica, graças a Deus, deu tudo certo. Um santa dia, uma santa tarde, uma santa noite. Não se esqueça, reza por mim, principalmente, na segunda semana e na segunda-feira, onde o Padre faz nove anos de vida, Sacer do Atal e Desliparque.

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