Cartas de São Padre PioCartas de São Padre Pio
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21 de julho de 2026

A santidade dói, mas cura.

O trecho lido neste episódio

“Nesse momento, meu pai, o meu espírito está gravemente oprimido. Parece-me que a vida me detém. Meu coração se despedaça em agudíssima dor, pela qual estou todo envolvido. Densas trevas vão se condensando no horizonte do meu espírito.”

Reflexão em áudio · 13 min

Esta reflexão é da primeira temporada, anterior ao canal de vídeo. Ela existe em áudio.

A carta de São Padre Pio apresenta a dor como uma realidade concreta e necessária no caminho da santidade. Ela descreve uma alma oprimida, um coração despedaçado por uma agudíssima dor e trevas que se condensam no horizonte do espírito. Mas essa descrição não leva ao desespero; antes, aponta para uma verdade essencial: a dor que purifica foi permitida por Aquele que a pode curar. O autor da carta reconhece com humildade que não merece nada e convida ao agradecimento, mostrando que a dor, quando oferecida, tem um propósito misericordioso.

O que a carta pede de quem a lê é primeiro uma atitude de entrega: não fugir da dor que Deus permite, nem murmurar contra ela. Essa dor não é necessariamente fruto da desobediência; muitas vezes é o instrumento pelo qual o Criador transforma o metal bruto da alma em peça rara. A imagem do cinzel e do trabalho sobre o cálice ilustra como o sofrimento pode remover o excesso e moldar a beleza interior. Assim, a carta exorta a não procurar soluções autônomas para essa dor, mas a procurar em Deus a cura que somente Ele pode dar.

Além disso, a carta convida à confiança na misericórdia divina: se Deus permitiu, só Ele pode dispersar as trevas e curar a ferida. Por isso, pede-se que a dor seja oferecida a Cristo ferido, que conhece as feridas e pode curá-las. A leitura conclui pedindo oração por quem sofre, lembrando também a intercessão de Maria das Dores e do próprio São Padre Pio. Em síntese, a carta pede a cada leitor coragem para permanecer na provação, paciência para deixar que Deus opere e confiança para reconhecer que, no fim, o sofrimento permitido por Deus pode tornar-se sinal de santidade.

Para a sua oração

Você aceita, em confiança, a dor que Deus permite como meio de purificação e entrega essa dor Àquele que é o único que pode dispersá-la?

Senhor Jesus, nos momentos de dor e escuridão, dai-me a graça de permanecer junto de Vós sem perder a esperança. Ensinai-me a oferecer meus sofrimentos e a confiar que, mesmo quando não compreendo, podeis transformar minhas feridas em caminho de santidade. Pela intercessão de Nossa Senhora das Dores e de São Padre Pio, concedei-me paciência na provação e confiança na vossa misericórdia. Amém.

Folha devocional

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Texto gerado por inteligência artificial a partir da reflexão em vídeo do Padre Wallace Teixeira, e revisado antes da publicação.

Transcrição completa

O que foi dito no vídeo, palavra por palavra.

Reflexões sobre as cartas de São Padre Pio com o Padre Wallace Teixeira, fé, oração e confiança Santo dia, meu irmão, minha irmã Continuemos rezando a carta de São Padre Pio E na temática da santidade, hoje nós vamos falar de algo que Muitas pessoas não querem conversar e que é muito característico do sacerdócio da vida do Padre Pio que é a dor A dor no caminho de santidade Muitas pessoas nem conseguem ser devotas de Padre Pio justamente por causa de como ele lida com o sofrimento E o quanto essa temática, se pode me dizer assim, está presente na vida dele Só que o Padre nos ensina Não uma dor sem sentido, mas uma dor que cura Ele diz assim na carta que nós estamos rezando nessa semana e ele até nos convida depois a agradecermos com humildade Reconhecendo que nós não merecemos nada Ele abre o coração, como ele tem que ver no seu pai espiritual, seu diretor espiritual E o que ele escreve é duro, mas é verdadeiro E é a experiência de qualquer alma que quer caminhar para Deus e que leva isso muito a sério Com o Padre Pio levado O Padre, um trecho da carta, ele diz assim Nesse momento, meu pai, o meu espírito está gravemente oprimido Parece-me que a vida me detém Meu coração se despedaça em agudíssima dor, pela qual estou todo envolvido Denses trevas vão se condensando no horizonte do meu espírito Queridos, veja essa imagem, se podemos dizer Meu coração se despedaça em agudíssima dor Não é uma frase pequena, ele está literalmente descrevendo uma alma que está sofrando Sofrando profundamente, mas aí é necessário uma atenção Porque aqui também a gente encontra a chave da santidade verdadeira O Padre continua assim As quais, apenas a misericórdia daquele que as causou As pode e as deve dispersar Essa tensão que nós precisamos ter em relação a dor A misericórdia daquele que as causou O Padre reconhece que essa dor que ele está sentindo Foi permitida por Deus mesmo Deus a causou E é justamente porque Deus a causou, só ele pode dispersá-la A dor da santidade não é então uma falta do amor de Deus É o próprio Deus trabalhando em nós É isso que muitos não conseguem aceitar e viver no caminho de santidade Porque nós nos vemos no mundo, numa cultura que odiamos a dor Que nós queremos resolver tudo Nós queremos dar conta de tudo, aquilo que nós prometemos E até mesmo no âmbito da fé, se nós temos fé A gente entende que nós não vamos sofrer E aqueles que estudam a vida do Padre Pio Tem um termo que os autores e estudiosos do Padre Pio dizem sim Que isso é uma mentira espiritual Porque todo santo, São Paulo, São Padre Pio São Padre Cobre, São Maximiano Maria Cobre, perdão Todos eles, Santa Teresa d'Avila, Santa Teresa do Menino Jesus Todos eles são Francisco de Assis Nós vamos rezar agora a parésima de São Miguel Que São Francisco recebeu os estigmas também Durante a parésima de São Miguel Todos eles foram atravessados pela dor E não é uma dor qualquer, é uma dor específica É uma dor que Deus permite para nos purificar Ontem eu via um rapaz em São João do Rei Fazendo o Cálice que usamos para celebrar a Santa Missa E como que ele batia o cinzel na peça Que iria se transformar o Cálice Chegava a doer, vamos dizer assim Porque tirava pedaços A ideia de bater e tirar pedaços daquele metal Era transformá-lo num Cálice Numa peça rara Porque só nós sabemos O quanto raro é um Cálice O quanto simboliza isso para nós É isso que Deus faz para a gente Ele conhece o valor que ele mesmo colocou na nossa alma Então quando ele permite uma dor Uma perda, uma humilhação, uma doença Uma solidão, não é porque ele desistiu de você Não é porque ele não está ciente do que está acontecendo conosco É porque ele quer transformar a pedra bruto, o metal bruto Numa joia, no objeto raro Padre Pino ensina hoje duas coisas Que a gente precisa levar para a vida Primeiro, não fugamos da dor Não fugamos da dor que Deus permite Porque há dores que nós causamos Pela nossa inadimplência Digamos assim, para nossa desobediência Não fugamos da dor que Deus permite Ela tem um propósito Depois, só Deus cura a dor que Deus causou Não tentamos resolver isso sozinho Um dos teólogos, um dos famosos Ele vai dizer assim, Jesus é o curador ferido Porque somente aquele que sentiu Todas as feridas podem curar todas as dores Então curra para ele Ah, não tem saída, não tem jeito Está doendo, está difícil Principalmente em uma dor física Então curra para Jesus Ele é o único que dispersa essas trevas Então se hoje a nossa alma está pesada O nosso coração está dolorido Nosso espírito oprimido Padre Pino diz, é sinal de que Deus Está trabalhando em nós Não fugamos da dor Não murmuremos Deixemos ele terminar porque vai passar Se essa dor foi permitida por Deus Mais uma vez eu repito Não é uma dor fruta da nossa desobediência Uma dor do pecado Não é uma dor daquilo que Eu quero viver a minha vontade, não É aquilo que Deus permite Para que ele trabalhe em nós Não sei se você hoje está passando por isso Ou se você consegue entender Essa dimensão da dor que nos santifica Que dói, mas também nos cura Mas se você não estiver Se sentindo assim, pense em alguém Talvez por uma enfermedade física mesmo Um laudo sem saída De acordo com a medicina E reze comigo, reze pensando nessa pessoa Meu Senhor, meu Deus Hoje eu trago todas as dores Que eu tenho carregado O Senhor me conhece melhor Do que eu mesmo A dor de um coração ferido De palavras mal proferidas A dor de uma alma que está cansada Que tem tentado de tudo Tem buscado em todos Mas essa dor não passa A dor que muitas vezes Nem eu entendo Então como o Padre Pio Eu confesso também Se essa dor foi permitida por vós E somente o Senhor pode dispersá-la Então não me deixe fugir dela Não me deixe murmurar contra ela Contra o Senhor Não me deixe desesperar Se essa dor tem trabalhado em meu coração E me santificado Não me deixe sem ela Me ensina-me então a olhar para essa minha dor Assim como o Padre Pio olhava Como esse cinzel que bate Eu citei, por exemplo, do Kallis Que essa dor, que essa batida Seja, de fato, algo transformador na minha vida Que, de fato, transforma a minha alma E que eu alcance cada vez mais a santidade Então se só o Senhor pode tornar A minha alma santa Então bateia, corte Faça o que for necessário Mas ficar comigo Enquanto o Senhor trabalha Eu creio sempre Creio que a vossa misericórdia É maior do que a vossa justiça E a vossa severidade Eu creio que a dor que o Senhor Permite um dia Acontecer conosco Ela vai se tornar em glória Ela vai se tornar em sinal de santidade Mãe santíssima, senhora das dores Que atravessou o mar de espadas Aos pés da cruz Ensina-me também a permanecer Como a senhora permaneceu São Padre Pio de Petroutina O santo do Gargano Que soube sofrer com Cristo Então alcance-me também esta graça De não fugir da minha cruz Amém! Querido que Nossa Senhora das Dores Te ensine hoje a permanecer Que São Padre Pio te acompanhe Na sua cruz interceda por você Que São Miguel Arcanjo Te couber também com suas asas Para cada vez mais abraçar a vontade de Deus Senhor te abençoe em nome do Pai Do Fio e do Espírito Santo Amém! O Santo dia, uma santa tarde Uma santa noite A dor que Deus causa Só Ele cura Então confiemos De que Ele esteja trabalhando Na nossa servida Res por mim Deus me pague Ouça, reflita, reze e viva São Padre Pio Rogai por nós

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